domingo, 19 de maio de 2013

Tudo o que você queria saber sobre gestão de mobilidade corporativa

Que regras usar, o que controlar, como controlar o BYOD? Confira as respostas simples para suas dúvidas sobre uso de device móvel no trabalho




Uma das maiores tendências de tecnologia é o uso crescente de dispositivos orientados para o consumidor no local de trabalho. Já não é mais uma questão de saber se os departamentos de TI devem apoiar e abraçar o movimento do traga seu próprio dispositivo (BYOD). Agora, a questão é mais sobre quando e como.

Os departamentos de TI têm muito a manter em mente: a identificação dos dispositivos de propriedade dos empregados na rede; a seleção de plataformas mais recomendadas para os usuários; o provisionamento de dispositivos para acesso seguro e o monitoramento centralizado (sejam eles da empresa ou de propriedade dos empregados); a criação de regras para lidar com dispositivos perdidos ou roubados; a adoção de ferramentas que facilitem a limpeza de dados corporativos nos dispositivos dos empregados; a coordenação compras em volume em lojas de aplicativos públicos (particularmente da Apple), e a publicação em apps desenvolvidas internamente.

A maioria dessas necessidades pode ser tratada com qualquer uma das muitas suites de gerenciamento de dispositivos móveis (MDM, na sigla em inglês). Cada uma delas oferece um conjunto específico de plataformas suportadas, recursos e ferramentas de integração de sistemas corporativos.

Mas saber que você pode satisfazer as necessidades básicas de gestão e segurança da vasta lista de plataformas móveis em uso na empresa é um ótimo começo: o grande número e a qualidade das opções já disponíveis devem ajudar os gestores a respirar um pouco mais tranquilos. É apenas o primeiro passo de uma jornada que pode parecer ter quilômetros de comprimento.

Os próximos passos são todos sobre descobrir que tipo de gestão você realmente precisa, e quando. Os detalhes podem variar drasticamente de um tipo de negócio para outro e até mesmo de uma função de trabalho para outra na mesma empresa.

Identificar as especificidades pode ajudá-lo a fazer a seleção e a implementação de uma estratégia mais fácil para que o MDM dê melhores resultados.

O mínimo

No nível mais básico, há três principais necessidades que devem ser padrão em qualquer estratégia móvel:

- Instalação e provisionamento: Você precisa configurar e instalar os dispositivos, os aplicativos necessários, os certificados de segurança, as contas de usuário para e-mail ou de acesso a outros recursos internos, e o acesso à rede.

- Limpeza remota: A capacidade de apagar os dados é fundamental. Para os dispositivos de propriedade dos usuários, isso pode incluir a necessidade de deixar dados pessoais intactos, algo que não é tão comum quando os dispositivos são de propriedade da empresa.

- Políticas de segurança: As primeiras políticas devem lidar com dispositivo de bloqueio: a requisição de uma senha, designando tempo de validade desta senha e sua complexidade, auto travamento de um dispositivo quando estiver inativo, e limpeza de dados após um determinado número de tentativas falhas de desbloqueio. Políticas de segurança, muitas vezes deve ir mais longe: exigem criptografar o dispositivo inteiro, se possível - ou, pelo menos, proteger dados específicos; configurar os serviços de VPN; limitar o acesso ao dispositivo e à plataforma padrão para a instalação de app, ou definir opções de configuração específicas, impedindo os usuários de alterá-las.

Andar na corda bamba

Em muito poucos casos o gerenciamento dos dispositivos móveis será o mínimo suficiente. Mas o outro extremo - tudo que você pode gerenciar - também pode não funcionar muito bem. Pode simplesmente irritar os usuários, adicionar complexidade aos processos de configuração e gerenciamento, e drenar recursos de TI.

Gestão demais é uma grande preocupação quando se trata de mobilidade, especialmente quando você está gerenciando os dispositivos pessoais de propriedade de empregados.

Há uma linha além da qual a gestão vai parecer intrusiva, e se você atravessá-la, é provável que você acabe com uma cultura onde os trabalhadores usam ativamente seus dispositivos, mas evitam deixar os gerentes ou profissionais de TI saberem que eles o fazem. Demasiada interferência percebida pode inibir os funcionários de dar, de forma voluntária, detalhes sobre seus dispositivos, os usos que fazem e se tiveram problemas que poderiam comprometer a segurança da empresa.

Em suma, a TI tem de caminhar em uma linha tênue, e é uma linha que pode variar muito de uma organização para outra e mesmo entre diferentes papéis na mesma empresa.

Identificação de usuários diferentes

Uma vantagem que todos os vendedores de suites MDM abraçam é a ideia de que você vai querer gerenciar dispositivos diferentes de forma diferente. Isto não é um conceito novo - afinal, permissões de arquivos e recursos de gerenciamento de cliente são comuns no desktop.

Com isso em mente, a sua melhor opção é criar uma série de perfis de gerenciamento ou configurações (detalhes que podem variar dependendo do fornecedor ou plataforma, mas com conceito universal). Você pode então gerenciar múltiplas camadas de perfis, conforme necessário, e aplicá-las variando os critérios. Este modelo é, de fato, o recomendado pela Apple para a gestão de dispositivos iOS como o iPhone e o iPad nas organizações.

Você pode, por exemplo, ter um conjunto de perfis com base na plataforma móvel e liberar o OS. Dado que cada nova versão dos sistemas iOS e Android ampliou os recursos de gerenciamento e segurança disponíveis para a empresa, você poderia ter acesso a alguns recursos suportados pela versão instalada do sistema operacional, como se um dispositivo pode ou não armazenar dados usando a criptografia disponível no dispositivo ou permitir a criação de perfis para os usuários que viajam e precisam de acesso a dados de roaming aplicados aos dispositivos de propriedade da empresa.

A maioria dos fornecedores de suites MDM pode ligar para soluções de diretório e de gestão já existentes, como o Active Directory. Isto permite adaptar os perfis de usuário existentes em torno do seu grupo com características comuns.

Embora cada organização tenha as suas próprias necessidades, é possível oferecer algumas diretrizes para o nível e o tipo de manejo apropriados para determinados tipos de usuários. Considere os seguintes exemplos como base de partida para desenvolver uma estratégia de gerenciamento móvel. Nota: Você pode facilmente misturar e combinar vários dos exemplos em sua estratégia de mobilidade.

- Completamente bloqueado: O usuário não tem capacidade de adicionar ou alterar apps, mexer com as definições de configuração, ou modificar contas de e-mail. O acesso a redes corporativas sem fio não é proibido.

- Restrição de compra: O objetivo principal é evitar a adição de aplicativos móveis, particularmente aqueles que podem levar a problemas de segurança. Dependendo de propriedades da plataforma e do dispositivo, isso pode ser aplicado também para a compra e instalação de conteúdo, como na loja iTunes da Apple. (Bom para dispositivos de propriedade da empresa.)

- Restrição de conteúdo: Limita o conteúdo que pode ser acessado a partir de um dispositivo, incluindo áudio/vídeo, websites e, potencialmente, meios de comunicação social. (Bom para dispositivos de propriedade da empresa, especialmente se eles estão voltados para o cliente. Por exemplo, se forem usadas como uma ferramenta de vendas ou de informações ou em uma sala de aula.)

- Definições pré-configuradas: Útil, com ou sem gestão, permite configurar automaticamente serviços corporativos e contas do usuário com recursos comuns, como acesso a redes Wi-Fi, VPNs, e-mail de usuário ou contas Exchange. O objetivo é fazer com que o usuário seja identificado rapidamente, para não limitar o acesso. (Bom para qualquer implantação, particularmente quando um dispositivo irá alternar entre o uso pessoal e profissional.)

- Restrições para chamadas/mensagens/roaming: Indicada principalmente para dispositivos de propriedade da empresa,. A ideia é evitar sobrecarga no plano de chamadas. Idealmente, esta é determinada pelas necessidades do empregado e deve ser parte do pacote de uma empresa de serviços mais amplo.

- Apps pré-instaladas: Similar às definições de pré-configuração, isso garante que os aplicativos necessários - inclusive personalizados em aplicações internas ou aplicativos de uma loja pública - são pré-instalados em um dispositivo. Isto é particularmente útil se os aplicativos são comprados em volume. A abordagem requer normalmente o uso de uma solução de MDM que ofereça uma loja de aplicativos para usuários privados.

Restrição de sincronização: Limitar que computadores e serviços de um dispositivo móvel possam sincronizar dados. Isto se aplica geralmente a backups no iTunes usando a iCloud, mas poderia se aplicar a outras plataformas e serviços. O objetivo é impedir a criação de um backup externo de dados da empresa. (Deve ser usado para todos os dispositivos de propriedade da empresa, mas pode ser problemática para dispositovos de propriedade ddos usuários.)

- Acesso seguro habilitado: Envolve a configuração de serviços de segurança disponíveis para garantir que os dados são transmitidos de/para um dispositivo de forma segura. Isto poderia significar a configuração de uma VPN, bem como acesso SSL para serviços como e-mail ou servidores Web, com provisionamento de certificados de segurança necessários.

- Serviço de nuvem habilitado: O dispositivo é pré-configurado para acesso privado ou a serviços da empresa na nuvem pública.

Restrição de acesso à nuvem pessoal: Limitar ou impedir o acesso aos serviços de nuvem pessoal, incluindo a iCloud. (Pode ser desafiador quando aplicada aos dispositivos de propriedade do empregado.)

- Restrições de localização de dados: Impedir o dispositivo de utilizar os serviços de localização inteiramente ou limitar o acesso a aplicativos que trabalham com dados de localização. Este é um desafio particular, dada a onipresença de recursos baseados em localização em dispositivos móveis, hoje. Uma solução: criar uma lista branca de aplicativos autorizados a usar dados de localização.

Trabalhando com usuários

A gestão da mobilidade e as abordagens BYOD podem trazer novas capacidades para os trabalhadores e desafios para a TI . É importante perceber que a equipe de já não pode, sozinha, decidir sobre soluções ou a correção de problemas. A relação entre TI e usuários precisa ser colaborativa.

Parte dessa colaboração é uma operação de TI que escuta e responde às necessidades do usuário, suas ideias e até mesmo críticas. O fato de que os dispositivos de propriedade pessoal permite aos usuários usar o dispositivo sem o conhecimento da equipe de TI é um desafio que anima a trabalhar com os usuários e não contra eles.

Isto significa proporcionar educação ao usuário em áreas como segurança, gestão de custos e questões legais ou regulamentares - uma abordagem que muitas vezes ajuda a desenvolver interações mais amigáveis e ajuda os trabalhadores a entenderem e aceitarem os limites que a TI precisa impor.

Um trabalho em progresso

Em última análise, a gestão de dispositivos móveis e o apoio dos funcionários na aquisição de tecnologia são conceitos muito novos. Não há regras rígidas e rápidas, e, em muitas situações, há uma orientação limitada - interna ou externa - para trabalhar. Isso pode fazer o trabalho envolvido parecer assustador, mas também pode oferecer oportunidades para novas ideias e trabalhar de forma mais colaborativa - os benefícios podem se estender para além destas áreas limitadas para outros projetos ou upgrades, e como eles são planejados ou considerados.

Do Computer World


sexta-feira, 17 de maio de 2013

Você pertence a qual categoria criativa?


Cada vez mais é comprovada a importância da combinação (e interdependência) entre produtividade, resultados operacionais positivos e criatividade. A busca por profissionais criativos é um dos principais alvos de todos dos recrutadores e selecionadores.

Se ser criativo é um passaporte para o sucesso, todos nós queremos saber se estamos nessa condição.

Segundo classificação do Standard Occupation Classification System (estudo da agência de estatísticas dos Estados Unidos), os hipercriativos podem ter sua atuação ligada às áreas de computação, matemática, arquitetura, engenharia, educação, ciência naturais, treinamento, artes, designer e entretenimento. Os criativos são encontrados nas áreas de gestão, operações financeiras, direito, saúde e vendas de alto nível.

Particularmente, não sou fã de classificações, modelos e outras formas de definição comportamental.

A lista acima, quando confrontada com a realidade da criatividade nas empresas, demonstra uma correlação positiva entre as profissões e a criatividade.

Você concorda com essa classificação?

Como se vê? Criativo ou hipercriativo?

Essa reflexão, na minha opinião, pode ajudar a buscar um caminho para o desenvolvimento criativo.

Por Carlos Faccina  para a revista Época

Criador da web elogia Brasil por projeto que vai regular a internet

Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web

"O Brasil está liderando o mundo com seu Marco Civil da Internet, então para mim é uma honra estar aqui neste momento histórico, apoiando quem está fazendo isso." Foi assim que o inglês Tim Berners-Lee, 57, o criador da World Wide Web, manifestou seu apoio ao projeto de lei brasileiro que pretende ser a "Constituição da internet".

O projeto prevê a neutralidade da rede (pacotes de serviço iguais a todos os clientes e mesma velocidade de acesso a todos os sites), a privacidade a seus usuários e a liberdade de expressão on-line. Berners-Lee falou com a mídia brasileira na conferência internacional WWW 2013, um dos maiores eventos de tecnologia do mundo, promovido pela primeira vez no Brasil, no Rio de Janeiro, nesta semana.

"Muitos países estão fazendo esforços em prol da neutralidade da rede, mas o Brasil lidera com o Marco Civil, porque ele olha a questão pelo ângulo correto, que é o dos direitos civis", disse o físico britânico. A proposta foi colocada em consulta pública e recebeu mais de 2.300 colaborações. Agora, aguarda votação no Congresso Nacional.

"Acreditamos que o Marco Civil pode ser uma referência não só em termos de legislação de internet, mas de processo legislativo com participação popular", disse Molon. "Hoje em dia, a internet precisa de uma lei para garantir que ela possa continuar sendo o que foi até aqui: aberta, democrática, descentralizada, livre de barreiras e propensa à inovação", afirmou.

O Marco Civil tem o apoio do governo e de diversos setores empresariais, mas enfrenta resistência das empresas de telecomunicação. As teles se opõem à neutralidade da rede, que impede a cobrança de tarifa diferenciada dependendo do pacote oferecido ou da velocidade de transmissão de dados - o que pode facilitar o acesso a determinados sites.

Da Folha de S. Paulo

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Socorro, Dilma!

Helenir Queiroz, conselheira da Multidata e
presidente da Acieg

O gigante Golias está incomodado com o pequeno Davi que trabalha duro para melhorar de vida. E assim como na história bíblica, o gigante São Paulo, que tem receita dez vezes maior que Goiás, convenceu o Mantega a barrar esse crescimento, confiscando a única ferramenta que nos permite crescer, gerar empregos e competir: Os incentivos fiscais.

Sem os programas de benefícios tributários, a indústria goiana, que está em franca expansão, terá que aumentar seus preços em 10%, o que provocará perda de vendas, fechamento de fábricas em Goiás e consequente transferência para São Paulo.

No início, isso ocorrerá apenas com as grandes indústrias, que vendem produtos para a região Sudeste e precisam dessa diferença no imposto para bancar o custo de frete e distribuição.

Aos poucos, os grandes grupos vão levar suas fábricas para os Estados industrializados, onde está o maior mercado consumidor, já que sem incentivos, inviabilizados pelo projeto de reforma do ICMS do governo federal que avança no Senado, os custos para permanecer aqui serão excessivamente altos.

Num efeito dominó, o fechamento das grandes afetará as pequenas e médias empresas que fornecem para essas indústrias. E, em menos de três anos, teremos 400 mil goianos sem empregos.

Com 41,67% a menos na receita de ICMS, proveniente das transações interestaduais, serão afetados os 127 mil alunos beneficiados com o Bolsa Universitária e a Universidade Estadual de Goiás (UEG), além de vários outros programas sociais do governo de Goiás.

E, aos poucos, voltaremos a mandar o tomate, o frango e a soja como matéria-prima para ser processada, industrializada e vendida pelo gigante Golias.

A presidente Dilma Rousseff disse que o Brasil só será rico quando superar a miséria. Será que ela não sabe que o seu ministro da Fazenda, Guido Mantega, quer afundar em pobreza as regiões Centro-Oeste, Norte e Nordeste sob a desculpa esfarrapada de acabar com a guerra fiscal?

É por isso que temos que lutar para mostrar para a presidente Dilma que por trás do economês de Mantega existe a má intenção clara de reindustrializar São Paulo às nossas custas.

Mas você pode ajudar. Vamos todos à Brasília na quarta-feira, numa marcha pacífica que une trabalhadores, empresários e governo para dizer em alto e bom som:

“Presidente Dilma Rousseff, não permita que o seu governo espalhe pobreza onde começa a aparecer empregos e equilíbrio social! Não permita, presidente, que uma manobra econômica egoísta de seu ministro esmague o esforço de muitos anos de gente honesta e trabalhadora, que acorda cedo e luta sem cessar para construir o sonho que é lema do seu governo: Brasil – um País para todos.”

*Helenir Queiroz – conselheira do Grupo Multidata e presidente da Acieg

Pesquisa da UFPE busca desenvolver ferramentas para construção colaborativa da web


A evolução da web tem tornado a utilização dos conteúdos on-line um processo cada vez mais participativo. Pensando nisso, pesquisadores da Universidade Federal de Pernambco (UFPE) desenvolvem, em um grupo de estudos do Centro de Informática, novas ferramentas para lidar com este público cada vez mais presente e atuante. Estas são as chamadas Social Machines (máquinas sociais).

O grupo, orientado pelo professor Silvio Meira, faz investigações para definir um conceito de social machines, e a partir de então, ter um paradigma para o desenvolvimento de sistemas de software que na prática unem processos computacionais com processos sociais. “A partir do momento em que você permite interação, compartilhamento e co-criação de conteúdos, esta é uma forma de implementar esses processos sociais”, explica o pesquisador Vanilson Buregio.

O aumento dos serviços em que é possível que o usuário tenha interação e produção de conteúdo, como Youtube, Wikipedia, tem tornado as “máquinas sociais” cada vez mais evidentes, segundo Buregio. “Hoje a web é programável. Você consegue criar aplicações a partir de serviços já existentes. É muito fácil, hoje, pegar um aplicativo de celular e usar serviços que já existem para criar novos sistemas”, afirma o pesquisador.

Buregio fez uma apresentação na conferência www2013, que é realizada durante esta semana no Rio de Janeiro. O trabalho da UFPE abriu as discussões sobre Social Machines e foi o único representante brasileiro nos debates sobre o assunto.

Esta é a 22ª edição da conferência WWW, e pela primeira vez o evento é realizado no Brasil. O evento terá ainda palestras do cientista brasileiro Miguel Nicolelis, que falará sobre as possibilidades de interação entre o cérebro humano e as máquinas com o uso da internet, e de Tim Berners-Lee, considerado o “pai da web” por ter criado, há 20 anos, os protocolos que deram vida à World Wide Web.

Da EBC e da Redação

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Como aplicar ideias inovadoras?


Ser inovador no quesito empresarial é uma tarefa fácil, contudo, as ideias precisam ser aplicadas de forma que beneficie todos os envolvidos no negócio, inclusive, os clientes. Buscar novidades e incrementá-las é uma forma de aprendizado e de ampliação de conhecimento.

Ficar atado à mesma forma de atendimento e de prestação de serviços pode fazer com que o público-alvo procure outras empresas para ter suas expectativas atendidas. Se você se sente atado ao mesmo modus operandi empresarial e as mesmas técnicas de ação, deve ser uma boa hora para inovar o negócio. Alguns passos para inovação empresarial:

É comum sermos abordados com milhões de ideias e não saber como e quando colocá-la sem prática. Para isso, fazer um roteiro é um ótimo ponto de partida para desenvolver uma nova abordagem que favorecerá a empresa e beneficiará os colaboradores. Em um primeiro momento, pense no quanto essa ideia, que tem tudo para ser inovadora, será influente para melhorar a vida dos envolvidos, no quanto isso fará bem a sociedade e se atende às necessidades do público.

Faça uma revisão dos projetos da empresa. Se você está incomodado com o design do produto, por exemplo, tente recriar o desenho, mas não de maneira radical para não comprometer a comunicação visual da marca com o cliente. Isso dará uma oportunidade de se trabalhar com novas tecnologias.

Implementar ideias inovadoras tem muito a ver com projetos que envolvem prestação de novos serviços. Isso irá requerer um monitoramento para que elas sejam aceitas no mercado empresarial. A revisão para ver o que deu certo e o que deu errado também é um modelo de trabalho que certifica se a ideia inovadora foi adotada pelos clientes como o esperado.

Dessa forma, se faz essencial a necessidade do gestor ter plena capacidade de, no fim do fluxo do projeto, reconhecer as falhas e corrigi-las para que hajam melhorias. Por isso, antes de ingressar em uma ideia inovadora, tenha em mente as necessidades da empresa. Assim, evita-se dispêndio de tempo e frustração.

Por Marco Zanqueta 
É palestrante motivacional há 9 anos e usa sua expertise de mais de 20 anos como mágico profissional para ministrar suas palestras motivacionais trazendo um novo jeito de motivar as pessoas. Palestrou e treinou executivos de grandes empresas como: Tam, General Motors e Petrobrás.

Fonte: Como aplicar ideias inovadoras? | Portal Carreira & Sucesso 

terça-feira, 7 de maio de 2013

Site do MEC tem aulas online gratuitas de francês

Conteúdo em vídeo-aulas vai do básico ao avançado

O Ministério da Educação lançou um recurso virtual para quem deseja aprender o idioma francês: o site Francoclic. Por meio da ferramenta, é possível assistir a aulas online gratuitas da língua, que vão do nível básico ao avançado.

Há diferentes módulos. O “Reflets-Brésil” apresenta vídeo-aulas com enredo semelhante ao das tele-novelas. Já no “Br@nchez” é possível fazer exercícios gramaticais e ter acesso a fichas pedagógicas. Na seção “Le monde francophone”, há notícias sobre a França e os demais países que falam o idioma. Há ainda a “Agriscola”, voltada ao mundo agrícola, e a “Images de France”, que ensina a língua por meio de imagens da França.

Acesse gratuitamente o conteúdo do site Francoclic.