quarta-feira, 11 de junho de 2014

Grupo Multidata celebra os 25 Anos

Frejat e Ira! balançaram a galera nos 25 Anos da Multidata
Diletos amigos, este é um ano especial para nós, do grupo Multidata.

Realizamos o nosso evento anual de parceiros e clientes - como um MultiMeeting Especial, 2014, em homenagem aos 25 Anos da empresa.

Também o Show de 2014 veio em dose dupla: Frejat (impecável) e IRA! para balançar a moçada da geração "baby-boomer" e da "Y"... 
Valeu a pena. Algumas fotos dos eventos, vão nos links abaixo. #MultiMeeting2014, Especial 25 Anos.


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Frejat para os baby-boomers e Ira! pra todos...

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terça-feira, 30 de julho de 2013

Conheça as 5 profissões do futuro

Pesquisa realizada pela Profuturo e a Fundação Instituto de Administração (FIA) revela quais são as profissões que terão destaque no mercado de trabalho brasileiro até 2020. Entre as seis profissões mais promissoras, duas estão ligadas ao mercado de tecnologia: gerente de marketing de e-commerce e CIO (diretor de inovação).

Além destas profissões, a revista Exame consultou seis especialistas em recrutamento para elaborar uma lista com os 20 cargos mais procurados. Destes, outras três profissões em TI se destacam: gestor de comunidade, especialista em cloud computing e gestor em Big Data.

Saiba abaixo um pouco mais sobre as profissões do futuro:

Gerente de marketing para e-commerce
O e-commerce está com tudo no Brasil. No ano passado, o comércio eletrônico movimentou cerca de R$ 24 bilhões, alta de 29% em relação ao ano anterior, e a previsão é que em 2013 o país se torne o quinto maior mercado de varejo na internet. A chegada da Amazon.com, a gigante do varejo online, contribui muito para o aumento de vagas no país.

Em entrevista ao site Olhar Digital, o consultor de carreira da empresa de recolocação profissional Thomas Case & Associados, Marshal Raffa, afirmou que o gerente/diretor de logística para e-commerce tem sido bastante procurado na atualidade, mas, o profissional de marketing voltado ao mercado de compras online será ainda mais visado nos próximos anos.

O candidato para vaga tem como objetivo gerenciar o desenvolvimento e implementação de estratégias de sites para vender produtos e serviços. Ele precisa garantir um melhor posicionamento da empresa no segmento de comércio eletrônico.

Diretor de inovação (CIO)
Atualmente, os investimentos em TI estão acontecendo em todos os cantos da empresa e em praticamente todas as funções. Para o Gartner, esta tendência irá acelerar ao passo que a economia e a sociedade se tornarem mais digitais. Por conta disso, a companhia prevê que até o final desta década, 90% dos gastos com TI serão adotadas fora dos departamentos de tecnologia.

Esta tendência dará ainda mais espaço para os diretores de inovação. Os profissionais da área irão interagir com funcionários em diferentes setores para pesquisar, projetar e aplicar inovações – usualmente provenientes da tecnologia.

Gestor de comunidades /Coordenador de mídias sociais
Diversos casos mostram que as empresas que investem em comunicação em redes sociais estão colhendo bons frutos. Portanto, a busca por pessoas que sejam interface entre a companhia e os consumidores dentro dos sites de relacionamento, fóruns e blogs vai crescer ao longo dos próximos anos. 

O objetivo do profissional é verificar o posicionamento da marca, monitorar a concorrência, além de identificar as oportunidades de negócio são funções do gestor de comunidade. O candidato também precisa buscar por tendências e evitar que críticas tomem proporções maiores.

Especialista em cloud computing
A exigência global por agilidade vai exigir mais armazenagem de dados em nuvem. Pesquisa realizada pela IDC e encomendada pela Microsoft, afirma que a cloud computing será responsável pela criação de 14 milhões de novos empregos ao redor do mundo até 2015. As estimativas também mostram que no Brasil, a computação na nuvem deve gerar o dobro de vagas de empregos ano a ano.

A maioria dos postos de trabalho hoje requer profundo conhecimento em uma determinada tecnologia, como a Amazon Web Services, OpenStack, Salesforce.com ou Azure. O profissional será responsável pelo desenvolvimento, implementação, gestão do projeto e assim por diante.

Gestor de big data /Cientista de dados
A análise de grandes quantidades de dados desestruturados é uma das quatro grandes tendências da tecnologia, ao lado da computação na nuvem, mobilidade e social. Cada uma das áreas tem aberto espaços para novos profissionais, entre eles, o gestor de Big Data e o cientista de dados.

De acordo com o recrutador, o gestor deve entender a questão técnica de armazenagem de dados, e identificar e analisar o conteúdo das informações, direcionando para diferentes departamentos da empresa. Já o cientista de dados é a mente por trás da tecnologia, a pessoa que irá transformar dados em ações.  O trabalho exige técnicas específicas, como criar modelos estatísticos e aplicar algoritmos.

Usualmente o cientista de dados é formado em estatística e agrega ao perfil conhecimentos de programação. No mercado ainda é possível encontrar matemáticos e cientistas da computação que atuam na área.

Do Olhar Digital e da Redação

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Disponibilidade de infraestrutura impulsiona adoção de soluções baseadas em nuvem no Brasil

Crescente demanda por flexibilidade e escalabilidade na arquitetura de negócios somada à disponibilidade de infraestrutura de TI impulsionou o mercado de computação em nuvem no Brasil. A pesquisa Cloud Computing End user Analysis – Brasil, da Frost & Sullivan, atestou que 29,3% das empresas têm intenção de ter mais de 30% de sua infraestrutura na nuvem. Com o pagamento apenas pelo uso, essas soluções se tornam populares especialmente entre pequenas e médias empresas.

Na verdade, o mercado no Brasil é impulsionado por redução de custos em vez de inovação. “Quando se trata de encontrar um parceiro de computação em nuvem, os clientes dão prioridade para empresas focadas em data center e empresas globais de TI que oferecem soluções com bom custo-benefício”, explica o analista da indústria de tecnologia da Frost & Sullivan, Bruno Tasco.

Ainda de acordo com o trabalho, as próprias empresas estão olhando para o que já há disponível para melhorar capacidades de seu hardware e rede, reduzindo as despesas de capital a fim de aumentar o custo operacional. Além disso, tendências como BYOD, mobilidade e Big Data irão demandar investimentos em cloud.

O estudo constata que no ano passado apenas 23,1% das empresas entrevistadas tinham implementado ou estavam em processo de implementação de uma solução de nuvem, enquanto 38,1% não tinham adotado qualquer solução relacionada à computação em nuvem.

A ampla adoção é evidenciada pelos 23,1% que declararam estar estudando conceito e pelos 15,7% que relataram ter implantado um projeto-piloto. Para este ano, metade dos entrevistados planejam aumentar mais de 10% o orçamento dedicado para soluções em cloud – evidenciando a expansão da nuvem no País.

Da IT Web e da Redação

Multimeeting 2013 será realizado em Agosto

Evento deste ano terá como tema “Big Data – Grandes Problemas, Grandes Decisões, Grandes Oportunidades?”

No dia 2 de agosto, o Grupo Multidata promove a edição de 2013 do Multimeeting, encontro de executivos e profissionais das áreas de Gestão da Qualidade e TI de empresas parceiras de negócios e clientes do Grupo. O evento será realizado no Hotel Mercure, entre 8h e 12h30, e terá como tema “Big Data – Grandes Problemas, Grandes Decisões, Grandes Oportunidades?”.

Além do debate sobre como as organizações tem se preparado para o desafio da tecnologia de Big Data, o evento deste ano contará com quatro painéis. O primeiro discorrerá sobre o alinhamento do data center às estratégias do negócio da organização. Cidades digitais e monitoramento eletrônico de municípios e organizações, bem como sistemas de comunicações unificadas e soluções de redes flexíveis e escaláveis são, respectivamente, os temas do segundo e terceiro painel. O quarto e último painel abordará, por sua vez, a gestão corporativa e roadmap DocNix 2013.

O Multimeeting 2013 tem o patrocínio da Siemens Enterasys, HP Network, Anixer  e Pelco. As inscrições devem ser feitas por meio do link disponível aqui.

Mais informações e inscrições (62) 3094-9800 ou (11) 5087-8908.  

Serviço
MULTIMEETING 2013
Data:
2 de agosto de 2013, sexta-feira
Horário: a partir das 8 horas
Local: Hotel Mercure - Praça Eng. Eurico Viana, nª 1613, Setor Oeste - Goiânia (GO)
Inscrições: http://www.multidata.com.br/multimeeting/inscrevase.php
Mais informações: (62) 3094-9800 ou (11) 5087-8908

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Ser muito exigente consigo mesmo pode te afastar do caminho do sucesso

Um estudo recente descobriu que, no geral, as pessoas que costumam apoiar e compreender as falhas dos outros são muito mais rígidas com suas próprias falhas

* Do blog da revista Super Interessante e da Redação

“Acredite em si mesmo e não aceite uma derrota!” “Você precisa ter uma autodisciplina impecável para ter sucesso”. Você já perdeu a conta de quantas vezes ouviu essas frases, certo?  É claro que boas doses de autoconfiança e disciplina são necessárias para atingirmos nossos objetivos. Mas a ciência já descobriu que é preciso pegar leve com essa exigência toda.

Estudos recentes revelaram que quem cobra demais de si mesmo apresenta níveis mais altos de depressão e ansiedade. Enquanto isso, quem é mais compreensivo com as próprias falhas é mais feliz, otimista e, de quebra, ainda tem mais saúde.

A professora de desenvolvimento humano da Universidade do Texas em Austin Kristin Neff, uma das pioneiras nesse novo campo da psicologia chamado autocompaixão, diz que muita gente não é compreensiva consigo mesma porque teme cair na autoindulgência ou baixar seus padrões de excelência.  “Eles acham que a autocrítica é o que os mantêm na linha”, disse ela ao New York Times. Tudo culpa da ideia difundida de que se deve ser extremamente exigente e autocrítico para ter sucesso. Mas a verdade é que, segundo Neff, a autocompaixão estimula as pessoas porque as leva a se cuidarem melhor. Quanto mais você se cuidar – e quanto menos energia gastar se criticando – melhor se sairá.

Agora, como é que vamos saber a medida exata de autocompaixão? Uma boa saída é nos perguntarmos se tratamos nós mesmos tão bem quanto tratamos nossos amigos e familiares. E isso é mais difícil do que parece. Um estudo recente descobriu que, no geral, as pessoas que costumam apoiar e compreender as falhas dos outros são muito mais rígidas com suas próprias falhas.

Em termos práticos: como você agiria se tivesse um filho com dificuldades na escola? Muitos pais dariam apoio e ajudariam com aulas extras. Mas e quando você é quem está nessa situação, talvez com problemas no trabalho ou com dificuldade para emagrecer?  Aí o tratamento muitas vezes é diferente: cai-se num ciclo de negatividade e excesso de crítica. Se essa estratégia é inútil na hora de ajudar outra pessoa, por que haveria de funcionar com nós mesmos?

Um estudo de 2007 da Universidade de Wake Forest mostrou que um pequeno incentivo à autocompaixão já produz resultados.  Os pesquisadores convidaram 84 mulheres para uma experiência de degustação de alguns doces engordativos que são proibidos para quem deseja manter a forma. Um instrutor pediu a algumas voluntárias que não fossem duras consigo mesmas, já que todo mundo naquele estudo comeria aqueles doces e não havia razão nenhuma para se sentirem mal ao fazerem isso também.

No fim, as mulheres que costumavam ter sentimento de culpa a respeito de alimentos proibidos e que ouviram aquela mensagem comeram menos do que as outras.  Os pesquisadores acreditam que isso aconteceu porque, ao se permitirem apreciar os doces, elas os apreciaram melhor e ficaram satisfeitas com menos. Já quem estava com sentimentos de culpa acabou comendo mais para tentar se sentir melhor. Coisa que, no máximo, permitiu só um prazer momentâneo e aumentou o sentimento de culpa posterior, num círculo vicioso. Isso também pode funcionar com o vício na internet, por exemplo. Ou com problemas de concentração.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Big Data também precisa de pessoas criativas

Procura-se: profissionais capazes de encontrar insight em dados que seus colegas mais técnicos poderiam deixar passar

Da IT WEB e da Redação

Ouvimos muito sobre a escassez de cientistas de dados, aqueles profissionais difíceis de encontrar, treinados para analisar enormes conjuntos de dados, conseguir discernimento sobre eles e comunicar tais informações para uma equipe de gestão corporativa. Esses gurus de dados devem ser peritos em múltiplas disciplinas técnicas e de negócios, incluindo análises, ciências da computação, matemática, modelagem e estatísticas. Ah, e ser sociável também é importante.

Não surpreende que seja tão desafiador encontrar indivíduos com tantas habilidades, uma realidade que pode, em breve, ramificar a posição de cientista de dados – pelo menos como definida hoje – em três categorias distintas de trabalho.

Como enxerga o presidente do Teradata Labs, Scott Gnau, uma estratégia bem sucedida de big data exige uma equipe de indivíduos em que cada um tenha um conjunto único de habilidades: tecnólogos para escrever códigos e algoritmos, estatísticos e analistas quantitativos – quants – para fragmentar números e profissionais criativos para encontrar insight em dados que seus colegas mais técnicos poderiam deixar passar.

“Eles são quase como diferentes tipos de personalidade. Quando se coloca essas pessoas trabalhando juntas, você consegue valor”, disse Gnau em entrevista por telefone para a InformationWeek EUA.

“Sendo mais especifico, os tecnólogos são os profissionais que constroem sistemas, carregam e transferem dados, constroem toda a parte estrutural, que é essencial”, disse Gnau, cuja função é oferecer “direção visionária” para os esforços de pesquisa e desenvolvimento, inovação e suporte de vendas no Teradata.

O grupo criativo, que Gnau chama de “exploradores de arte” minam enormes volumes de dados em busca de insights acionáveis. Não surpreende que esses exploradores de arte não lidem com sistemas de computador, e, sim, trabalhem na área de operações.

“Deve ser alguém completamente focado em operações”, disse Gnau. “Deve ser alguém que tenha um pouco mais de criatividade e pensamento estratégico. Geralmente, vejo muitos deles surgindo em linha de negócios e não nos departamentos de TI”.

Universidades e empresas de tecnologia devem trabalhar juntas para solucionar essa “lacuna em habilidades com dados”, oferecendo aos alunos as ferramentas e o treinamento para competirem em uma economia direcionada por dados, acrescentou Gnau.

Um esforço educacional que já está em andamento é o Teradata University Network, o programa online da empresa de banco de dados que oferece treinamento certificado a estudantes que buscam carreira em profissões orientadas por dados.

Conforme as ferramentas de big data crescem cada vez mais sofisticas e automatizadas, a demanda por tecnólogos altamente treinados se manterá alta, acredita Gnau. “É um fato constante que acontece em nossa indústria”, observou ele, “Quando eu paro para me lembrar do início da minha carreira em armazenamento de dados, muita gente já dizia: ‘não vamos mais precisar de tantos profissionais habilitados em SQL porque as ferramentas de BI serão tão boas que ninguém mais terá de escrever SQL’”.

Ele completou: “É claro que isso não é absolutamente verdade. As ferramentas de BI se tornaram fantasticamente automatizadas e oferecem ótimas maneiras para visualização, mas não à custa de talento”. Mas, será que essa divisão projetada de funções – tecnólogos, quants e exploradores de arte – reduz a necessidade por cientistas de dados como os definimos hoje? “A resposta é: de jeito nenhum. Assim como os profissionais que escrevem em linguagem query estruturada são muito procurados, até mais do que já foram, apesar da maturidade das ferramentas disponíveis no mercado”, disse Gnau.

Os altos salários de uma carreira como cientista de dados também devem continuar atraindo profissionais talentosos.

“As pessoas que estão no início da carreira buscam por cargos bem recompensados, em que possam ganhar um bom salário”, disse Gnau. “E, certamente, o mercado já mostra que este é o caso dos cientistas de dados”.

Além disso, o trabalho é divertido.

“Se você entra para o negócio, e eu estou nessa linha de negócio há bastante tempo, todos os dias você chega para trabalhar e é um trabalho diferente”, observou Gnau. “Você não fica entediado quando trabalha com exploração de dados e business intelligence, porque todo dia há um novo concorrente e um novo mercado, assim como novos dados, algoritmos e relacionamentos”.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Tecnologia de ponta ajuda cidades inteligentes a melhorar dia a dia de habitantes


O crescimento urbano provoca o acúmulo de cada vez mais pessoas em grandes metrópoles, o que resulta em mais carros, maior gasto de energia elétrica, mais lixo, mais violência. A necessidade de uma gestão inteligente - e, claro, mais sustentável - disso tudo acabou por criar o conceito chamado de cidade inteligente, "smart city", como chamam os especialistas.

Em 2050, mais de 2,5 bilhões de carros estarão nas ruas em todo o mundo, segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Dada essa superlotação, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) criou um dos projetos mais futuristas e concretos na área. Trata-se do Hiriko, um carro compacto e elétrico que permite colocar nas ruas sete vezes mais veículos que o padrão atual.

O Hiriko tem 40% do tamanho de um veículo normal e autonomia de bateria para andar 120 km. Com dois lugares, ele ainda pode ser dobrado para ser estacionado: três Hirikos ocupam uma vaga comum - já à venda na Europa, por € 12,5 mil (R$ 37 mil).

A cidade de Santander, na Espanha, é outro ícone. Instalou 12 mil sensores conectados à internet que transmitem para uma central de análise informações como níveis de poluição do ar, vagas livres para estacionar e quando as lixeiras estão cheias.

O projeto, que ao todo custou US$ 11 milhões, também possui sensores que permitem que as luzes da rua diminuam a de intensidade quando ninguém está passando.

Hoje, a IBM é a empresa que mais investe em inovação de cidades. O programa Smarter Cities Challenge destina US$ 50 milhões por ano para tornar 100 municípios mais conectados.

Em Estocolmo e na cidade sul-coreana Bucheon, a IBM tem um sistema de análise de dados de tráfego para prever engarrafamentos e alterar o tempo de semáforos quando necessário. A medida reduziu o trânsito em 10%.

Em Xangai, na China, uma das cidades mais populosas do mundo, a Intel tem um sistema avançado de monitoramento: câmeras em pontos estratégicos identificam atividades suspeitas, acionando a polícia automaticamente e até mesmo se um pedestre atravessa fora de faixa.

Internet das Coisas
A tendência chamada "internet das coisas", que visa conectar quase todos os objetos à rede mundial (desde a geladeira até o carro ou o relógio), é essencial para a criação de uma cidade inteligente. O objetivo é interligar tudo para simplificar a vida cotidiana.

As empresas que assumirem a dianteira nesse nicho podem lucrar US$ 613 bilhões neste ano, prevê a Cisco.

"A Intel já trabalha em uma arquitetura para sistematizar a internet das coisas", diz Fábio Tagnin, diretor de pesquisa aplicada da empresa. Segundo ele, será possível, em breve, que sensores na bomba de gasolina enviem um sinal para debitar o valor diretamente da conta do dono do veículo.

Da Folha de S. Paulo


Da Folha de S. Paulo e da Redação