Ao facilitar a vida do auditor, a empresa se enrola em seu incompreensível Manual de Qualidade. Muitas delas, segundo Cristopher Paris, ajustam seu manual segundo às normas da ISO e se esquecem das futuras atualizações que podem surgir e, com isso, gastam tempo e dinheiro. Para piorar, não conseguem utilizá-lo, demonstrando que a empresa não sabe usar seu próprio manual, prejudicando sua auditoria ao invés de facilitá-la.
Pensando nisso, o autor, consegue explicar de maneira fácil, como o manual pode ser construído, adequando-o às necessidades de cada empresa, para que no momento da auditoria, o auditor compreenda para que o manual foi escrito e se ele está adequado à realidade da empresa e à norma.


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